A ANP prorrogou a fase de exploração de três blocos exploratórios da ExxonMobil (SEAL-M-430, SEAL-M-501 e SEAL-M-573). Segundo dados do Painel Dinâmico de Prorrogação de Prazos da Fase de Exploração da ANP, atualizados na quarta-feira (15). O adiamento foi concedido no âmbito da Resolução ANP nº 878/2022, por um período adicional de 18 meses.
Os blocos SEAL-M-430 e SEAL-M-573, adquiridos na 15ª Rodada de Concessões, tiveram o período único de exploração prorrogado de 7 de agosto de 2026 para 7 de fevereiro de 2028. Já o SEAL-M-501, que é da 14ª Rodada, teve o período único exploratório adiado de 29 de outubro de 2025 para 29 de abril de 2027.
Os três blocos de Sergipe-Alagoas são operados pelo consórcio formado pela ExxonMobil (50%), Enauta (30%) e Murphy (20%). A companhia norte-americana possui uma licença do Ibama para perfurar até 11 poços no blocos citados anteriormente e em outros três localizados na mesma bacia: SEAL-M-351, 428 e 503.
Ausência de hidrocarbonetos
No entanto, conforme anunciado em março do ano passado, a perfuração do poço pioneiro no SEAL-M-428 não constatou a presença de hidrocarbonetos. Em resposta ao PetróleoHoje na época, a Exxon afirmou que “continuará integrando os dados da exploração do poço em seu trabalho de interpretação do subsolo da região para melhor entender o potencial exploratório em águas profundas dos blocos da bacia de Sergipe-Alagoas”.
Já o bloco POT-T-785, operado pela Geopark (70%) em parceria com a Petroil Óleo e Gás (30%), teve o seu período único adiado para 29 de abril de 2025. O bloco, localizado na parte terrestre da Bacia Potiguar e adquirido na 14ª Rodada, não possui nenhum poço perfurado até o momento, segundo dados da ANP.
Fonte: Portal Petróleo Hoje