Ao recorrer à Justiça em vez de dialogar com as entidades representativas dos trabalhadores do serviço público, o governador de Sergipe, Fábio Mitidieri (PSD), “fere os princípios da gestão pública, pois ignora o seu papel de chefe de Estado. Isso só demonstra o quanto ele é despreparado para administrar Sergipe e lidar com as adversidades”. Quem pensa assim é a professora Leila Moraes, da direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica de Sergipe (Sintese).
Entrevistada pelo site de notícias Mangue Jornalismo, a dirigente sindical afirmou que se Mitidieri “cumprisse o seu papel e minimamente mostrasse bom senso para negociar, com certeza esse conflito com os professores e as professoras já teria encerrado”, frusou. Segundo Leila Moraes, tudo que os educadores tiveram nesse governo “foi o desprezo e o desrespeito do secretário da Educação, Zezinho Sobral, e do governador Fábio Mitidieri, que chegou a afirmar publicamente que não via professoras e professores trabalharem. Isso é um ataque absurdo”, reage a dirigente sindical.
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3 Comments
Mas, daqui a dois anos, vocês vão pra rua com a bandeira do partido apoiando.
Aí Fábio Mitidieri se coliga com o PT e o Síntese em 2026 todo vota nele, todos vendidos! Enquanto isso o Ideb de Sergipe entre os lanternas do país com um índice de analfabetos gigantesco. O Síntese e Fábio Mitidieri se merecem. 2026 ele terá a resposta nas urnas.
Em pleno século XXI, não se admite um administrador público não valorizar a negociação coletiva de trabalho. É por meio da negociação coletiva que o administrador conhece seus administrados de uma determinado categoria profissional. Enquanto os deputados federais e senadores legislam sobre o Direito do Trabalho e impõe, nacionalmente , aos administradores o devido cumprimento a negociação coletiva de trabalho faz desses administradores, juntamente com os líderes sindicais, legisladores específicos daquelas categorias profissionais e econômicas, atendendo as suas necessidades laborais localizada. A negociação coletiva foi avaliada como sendo tão importante que o negociado passou, legalmente, a se sobre por ao legislado. É uma pena o nosso governador não valorizar a negociação coletiva. Talvez ele não conheça.